Pontos principais da Encíclica Mater et Magistra

Mãe de tôdas as raças e de todos os Continentes, a Santa Igreja anseia pela fraternidade real entre os homens.

Todos somos filhos do mesmo Criador e Pai. Todos custamos o mesmo Sangue de Cristo que nos remiu.

O subdesenvolvimento é o melhor de todos os climas para a exploração comunista, que acena com prodígios e é tão desumana e imperialista como o pior dos capitalismos.

A Igreja é Mãe e Mestra porque tem amor a todos os povos e a tôdas as raças. Condena os êrros e pecados, sem odiar os que erram e mergulham no pecado.

A Igreja é Mãe e Mestra porque tem soluções próprias, acima de sistemas e partidos de ódios e preconceitos.

Lembra ao Capitalismo que a ajuda ao mundo subdesenvolvido não pode ser pretexto para novas formas de colonialismo.

Alerta constantemente o mundo para as perseguições religiosas e o ateísmo militante que são consequencias inevitáveis da implantação do comunismo ateu.

Quer estruturas conforme à dignidade do homem. Deseja presença ativa dos operários nas emprêsas grandes e médias e presença dos operários de todos os níveis.

Defende o direito de propriedade, mas que ver êste direito efetivamente difundido.

Anseia por um desenvolvimento gradual e harmônico do sistema econômico.

Clama contra o maior perigo do nosso século: o de o homem ser transformado em gigante do mundo físico à custa do espírito, reduzido a anão no mundo sobrenatural e eterno.

Como Mãe, fôsse ela ouvida e os povos seria irmãos.

Como Mestra, fôsse ela ouvida e haveria justiça efetiva e paz verdadeira entre os homens.

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