Uso reto da liberdade

“A dignidade do homem exige que possa agir de acordo com uma opção consciente e livre, pessoalmente, isto é, movido e levado pelo interior e não por força de um impulso interno cego ou debaixo de mera coação externa. O homem consegue esta dignidade quando, libertando-se de todo o cativeiro das paixões, caminha para o seu fim pela escolha livre do bem, e procura eficazmente os meios aptos com diligente aplicação.

Vat. II Gaudium et Spes, n.17.

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